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Impala 1965 - Brasa de Época

Full size de 1965 ganha som de primeira e mecânica ecologicamente correta

                    


Famosa nos  EUA, a Galpin Auto Sports (GAS) construiu sua reputação com os excêntricos veículos criados para o Pimp My Ride. Porém, além dos carros montados para o conhecido programa da MTV, a empresa também produz algumas surpresas dignas de nota,

caso do Impala mostrado nesta matéria.
Com interior e upgrades de entretenimento in-car que refletem o estilo clássico do Chevy (em vez dos tradicionais exageros do “xuning”), esse Impala 1965 agrada tanto os adultos quanto os adolescentes. Ele também segue a moda atual do “ecologicamente correto”, pois é movido a biodiesel. Apesar de a motorização ser pouco convencional para os padrões brasileiros, certamente a barca americana faria mais sucesso por aqui do que maioria dos atuais “carros de plástico”. 

                                            

Para manter a integridade do Impala, Adolph Kruger e Mad Mike cortaram o painel o mínimo possível, instalando um DVD Player Jensen double-DIN para substituir o rádio AM valvulado original. No lugar dele foi fixada uma placa de acrílico espelhado, cortada com uma máquina laser CNC, na qual estão os controles da iluminação e da unidade de navegação portátil, que salta do topo do painel. Este último também “ganhou” um logo da GAS, que passou a ocupar o lugar do antigo relógio e deixa bem claro quem montou o carro.
Os alto-falantes coaxiais Dynamic de 6,5” estão instalados nas caixas de som inferiores criadas por Krueger, as quais contam com fiação feita por Jason Ewing. Além dos subwoofers na parte traseira, eles são os únicos auto-falantes nesta barca dos anos 60. Além disso, como o conjunto de alavanca de câmbio e trambulador foi substituído por outro bem maior que o original, o assoalho precisou ser modificado na área do túnel, levando Krueger a desenhar, produzir e instalar um novo console.
Para criar a estrutura no porta-malas, Zahid “Zee” Siddiqi transformou ½” MDF em barras curvas. Blocos de MDF entre cada barra garantiram a solidez do conjunto, que foi finalizado com madeira compensada flexível de 3/8” colada na estrutura. Monitores e um dos amplificadores Genesis (o outro está escondido atrás dos painéis do porta-malas) foram enquadrados por molduras. Feita com três camadas, a peça traseira de acrílico foi pintada com a mesma tinta do exterior do carro, mas existe ainda uma segunda camada de acrílico preto abaixo da camada final de madeira, serviço realizado por William Rowel.
Dois monitores 10’ Exonic ladeiam o porta-malas (e escondem as baterias adicionais sob os painéis), enquanto um trio de 7’ ocupam frente e centro. A equipe abriu a chapa superior do encosto traseiro para instalar três subwoofers IDMAX de 10” da Image Dynamics. Considerando que a peça metálica dá suporte estrutural ao carro, Siddiqi precisou reforçar a área com uma caixa de aço de 1,5”. Dentro dela um aro de metal de 1” foi soldado para segurar uma folha de 1” de MDF na qual os subwoofers ficariam apoiados. Um painel dá o toque final aos alto-falantes flutuantes e esconde a estrutura que segura os subwoofers. A finalização de acrílico de ½” foi pintada por trás, na mesma cor que o carro. Potente, o sistema elétrico conta com duas baterias Optima Yellow Top (instaladas no porta-malas) e cabos Street Wires.

                                              

Independente do quão bem feita seja a instalação A/V, o serviço não fica coerente se o resto do habitáculo for esquecido. O interior, por exemplo, ganhou vida nova com o trabalho do estofador Casto Mena. Famoso em seu país, o profissional refez as capas dos bancos e acrescentou enfeites alaranjados ao forro creme, requinte que deu mais personalidade ao full zise da Chevrolet.
Kevin e Chris Whitney decidiram então alterar a mecânica do Impala. Eles substituíram o motor original, um velho V8 movido à gasolina, pelo ecológico propulsor biodiesel de 6.500 cm3 Chevy Duramax. Com a ajuda de um escapamento 4” customizado, ele oferece 800 cavalos de potência e torque de 1500 lb-ft.
Enquanto isso, Jim Coutchure e Eddie Aguilar continuaram a fazer alterações no visual, realizando alguns retrabalhos na lataria, incluindo a personalização do capô. Completando o conjunto, o Impala ganhou freios Baer e rodas aro 20 Fesler “calçadas” por pneus Nitro Extreme ZR 275/35 e 245/35. O resultado final, como poderiam dizer na época em que o carrão foi fabricado, “Ficou uma brasa, mora?”.  

Texto Alan Smith   Fotos  Carl Edwards

 

Comentários 

 
#1 moacir vieira 17-07-2010 17:50
GOSTARIA DE VER UM IMPALA ,OU GTO60,OU GTO70...
COMO E QUE SE CHAMA AQUELES NEGOCIOS QUE FICA EM CIMA DA TAMPA DO CARRO.QUE QUANDO ACELERA O CARRO ENTRA AR POR UMAS ENTRADAS.ME DISSERAM QUE O NOME DAQUELE NEGOCIO SE CHAMA BLAYER, E VERDADE?
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