Qua, 21 de Setembro de 2011 11:45

Verdadeira lenda vida entre os customizadores americanos, Dean Jeffries, apesar de pouco conhecido no Brasil, foi o criador de vários carros famosos do cinema e da televisão
Texto: Rogério Ferraresi Fotos: Arquivo Matéria originariamente publicada na revista Rod & Custom 17. Complete a sua coleção: www.lojastreetcustoms.com.br
No número 3077 da Cahuenga Boulevard West, em Los Angeles, Califórnia, trabalha um dos maiores customizadores de todos os tempos: Edward “Dean” Jeffries. Filho de um pai mecânico, nasceu em Compton (também na Califórnia), em 1933, mas se criou em Lynwood. Aluno relapso, não gostava de graxa e serviu no exército durante a guerra da Coréia, confronto indireto entre as grandes potências que dominavam a cena política internacional durante a guerra fria (A Coreia do Norte, liderada por Kim Il-Sung, tentou submeter à Coreia do Sul, pró-ocidental, ao seu regime socialista de partido único).
Ter, 20 de Setembro de 2011 10:55

Lançado para alavançar as vendas da Studebaker, o Lark, de um simples modelo econômico, transformou-se em dos carros mais “quentes” dos Estados Unidos
Texto: Rogério Ferraresi Fotos: Arquivo Matéria originariamente publicada na revista Rod & Custom 13. Complete a sua coleção: www.lojastreetcustoms.com.br
O primeiro muscle car: é assim que muitos entusiastas consideram, nos EUA, o Studebaker Lark, carro compacto que se mostrou um verdadeiro esportivo após receber motor V8 com compressor volumétrico Paxton. Tudo começou com o compacto Rambler, lançado pela AMC em 1957. O veículo obteve sucesso, levando Ford, GM e Chrysler a seguirem o mesmo caminho com os modelos Ford Falcon, Chevrolet Corvair e Plymouth Valiant. Harold Churchill, presidente da Studbaker Packard, optou por seguir esta tendência e, em 1959, a empresa lançou o Lark, carro de pequenas dimensões. Tinha a plataforma básica do Champion 1953, mas era mais curto e apresentava nova carroceria, muito embora utilizasse, por economia, vários detalhes de acabamento dos Studebaker 1955/57.
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Seg, 19 de Setembro de 2011 16:10

Barato e durável: assim era o motor Willys, um propulsor abundante em nosso País e que, apesar das suas limitações, caracteriza-se como uma boa opção para a montagem de rat rods Por: Rogério Ferraresi Fotos: Arquivo Matéria originariamente publicada na revista Rod & Custom 14. Complete a sua coleção: www.lojastreetcustoms.com.br Quando se fala na montagem de um hot de época, no Brasil, a tendência é optar pelos motores Ford V8 flathead. O problema é que eles são raros e suas peças de reposição, importadas dos EUA, muito caras. Assim, uma boa solução, para quem não quer (ou não pode) enfrentar essas dificuldades é usar os contemporâneos motores Willys de seis cilindros, que tem potências semelhantes, existem em grande quantidade e contam com peças de reposição bem mais baratas. A história desses propulsores remonta ao pós-guerra, quando a Willys Overland passou a oferecer o Jeep, para o público civil, com motor L4-134 (este último número fazia alusão a cilindrada em polegadas), um flathead (válvulas no bloco) cujo nome comercial era “Go Devil” (algo como “Vai Demônio”), de quatro cilindros em linha e 60 cv (SAE). Dois anos depois, com o lançamento do Jeepster (versão esportiva do Jeep), surgiu o “Lightning” (“Relâmpago”) L6-148, “irmão maior” do “Go Devil”, também flathead, de seis cilindros em linha e 70 cv, o qual originou, em 1950, o L6-161, de 75 cv (SAE).
Sex, 16 de Setembro de 2011 12:16

Feitos para dar maior autonomia aos aviões de caça da II Guerra Mundial, os belly tanks, após o conflito, foram devidamente reciclados pelos rodders, sendo convertidos em incríveis hot rods
Texto: Rogério Ferraresi Fotos: Arquivo Matéria originariamente publicada na revista Rod & Custom 15. Complete a sua coleção: www.lojastreetcustoms.com.br
Muito utilizados pelos hot rodders americanos entre o fim dos anos 40 e começo dos 50, os belly tanks (ou “tanques de barriga", também conhecidos como tanques de gota ou tanques de asa), eram reservatórios de combustível externos, fixados nas fuselagens ou asas das aeronaves de combate. O conceito surgiu durante a Guerra Civil Espanhola. Logo em seguida, durante a II Guerra Mundial a Luftwaffe (força aérea alemã) começou a usá-los, por volta de 1940, no caça Ju 87R, e logo em seguida, nos Messerschmitt Bf 109 E-7 e Focke-Wulf Bf109.
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